Não é preguiça nem falta de vontade
Muitos adolescentes se esforçam e mesmo assim não acompanham. Quando a causa não é identificada, eles costumam receber rótulos injustos, como desinteressados.
A avaliação de dificuldades de aprendizagem em adolescentes com a psicóloga Adriana Gomes investiga atenção, memória, linguagem e raciocínio para entender por que as notas caem, o estudo rende pouco ou a concentração falha. A avaliação é feita com autorização dos responsáveis e termina em uma devolutiva para a família.
Dificuldade de aprendizagem é um desempenho escolar abaixo do que se espera, que se mantém apesar do esforço e do apoio, e pode ter causas variadas: atenção, memória, linguagem, emoções ou o jeito de estudar.
Muitos adolescentes se esforçam e mesmo assim não acompanham. Quando a causa não é identificada, eles costumam receber rótulos injustos, como desinteressados.
Atenção, ansiedade, sono, método de estudo e características de aprendizagem podem coexistir. A avaliação neuropsicológica ajuda a separar o que pesa em cada área.
Alguns adolescentes têm dificuldades específicas e duradouras na leitura, na escrita ou na matemática. Eles só são identificados por avaliação profissional, nunca pelo desempenho isolado.
Vale investigar quando as dificuldades persistem por meses, aparecem em mais de uma matéria e se acompanham de desânimo, evitação da escola ou conflitos em casa. Estes sinais são pistas para conversar, e não um diagnóstico.
O rendimento diminui mesmo quando o adolescente diz que estudou.
Dispersa durante aulas e provas, perde o fio da explicação ou esquece o que acabou de ler.
Lê com esforço, troca letras, escreve com muitos erros ou evita escrever.
Estuda e esquece na hora da prova, ou precisa de muito mais repetição que os colegas.
Reclama de dor de cabeça, de barriga ou de sono antes de ir à escola.
Recusa trabalhos em grupo, falta com frequência ou discute por causa do estudo.
Notas baixas podem ter causas muito diferentes, e a mesma queixa pede caminhos diferentes. A tabela mostra cinco causas frequentes e como a avaliação ajuda a diferenciá-las.
| Possível causa | Como costuma aparecer | O que a avaliação investiga |
|---|---|---|
| Dificuldade de atenção | Esquecimentos, distração e tarefas incompletas | Atenção sustentada, funções executivas e memória de trabalho |
| Transtorno específico de aprendizagem | Dificuldade persistente em leitura, escrita ou matemática | Linguagem, leitura, escrita e raciocínio numérico |
| Ansiedade escolar | Bloqueio em provas, medo de errar e sintomas físicos | Aspectos emocionais, atenção e desempenho sob pressão |
| Sono, rotina e método de estudo | Cansaço, atrasos e dificuldade de se organizar | Rotina, hábitos e funções executivas |
| Falta de desafio | Tédio, desinteresse e notas irregulares apesar da facilidade | Capacidade intelectual e interesses |
Mais de uma causa pode estar presente. Se a ansiedade pesa, veja a página sobre ansiedade escolar.
A avaliação de aprendizagem começa com uma conversa com a família, segue com uma entrevista e com tarefas adaptadas ao adolescente e termina em uma devolutiva para os responsáveis e para ele.
Você conta o que observa e informa se a escola fez algum relato. A Adriana explica o processo.
Uma troca de mensagens
Uma conversa com a família e com o adolescente sobre a rotina, a escola e a saúde.
Cerca de 50 minutos
Tarefas de atenção, memória, linguagem e raciocínio, aplicadas em sessões combinadas.
Cronograma combinado
Os resultados são explicados à família e ao adolescente, com sugestões de apoio em casa e na escola.
Conforme o cronograma
O número de sessões e o prazo de entrega do documento são definidos após a entrevista inicial, conforme a sua demanda.
Este guia mostra como conversar com o adolescente, o que levar à entrevista, como usar o resultado na escola e como a família pode apoiar sem aumentar a cobrança.
A conversa funciona melhor quando começa pela escuta e não pela cobrança. O adolescente precisa sentir que a avaliação é para ajudá-lo.
Pergunte o que ele acha mais difícil na escola, sem corrigir a resposta.
Diga que são tarefas e conversas, sem notas e sem certo ou errado.
Se ele resistir, a Adriana orienta pelo WhatsApp como apresentar a ideia.
Material da escola e do dia a dia ajuda a mostrar quando e como as dificuldades aparecem.
Os últimos boletins e algumas provas, para ver em quais matérias e tipos de tarefa a dificuldade aparece.
Anotações de professores, da coordenação e eventuais avaliações anteriores.
Informações sobre sono, visão, audição e medicações em uso.
O documento psicológico pode ser apresentado à escola, que avalia as adaptações possíveis conforme a necessidade do adolescente.
Você decide a quem apresentar o documento, e a Adriana explica o que ele contém.
Leve as sugestões da devolutiva e peça uma reunião para combinar o apoio.
Combine revisões periódicas para ajustar o apoio ao longo do ano.
Rotina, sono e acolhimento ajudam mais do que pressão por resultado.
Blocos de estudo curtos, com pausas, rendem mais do que horas seguidas.
Dormir bem e limitar telas à noite melhora a atenção no dia seguinte.
Reconhecer o processo, e não só a nota, preserva a motivação.
A avaliação acontece no consultório do Jardim Paraíso, em São Carlos, com rampa, vaga PcD e piso tátil. Se o adolescente também precisar de acompanhamento emocional, a terapia para adolescentes está disponível na AG Psicologia.
Um ambiente reservado e silencioso, em que o adolescente fica à vontade para fazer as tarefas.
Ver como chegar ao consultórioOs responsáveis participam da entrevista inicial e da devolutiva, com respeito à privacidade do adolescente.
Ver como funciona a avaliação neuropsicológicaAs dúvidas mais comuns sobre avaliação de dificuldades de aprendizagem envolvem autorização dos responsáveis, sigilo, diferença para TDAH, uso do resultado na escola e duração.
Mandar minha pergunta pelo WhatsAppSim. Para adolescentes, é necessária a autorização de ao menos um responsável, e o sigilo do adolescente é preservado.
A dificuldade de aprendizagem afeta habilidades como leitura, escrita ou matemática; o TDAH afeta a atenção e o controle de impulsos. Os dois podem coexistir. Veja os sinais de TDAH em adultos para entender o quadro.
Sim. A ansiedade entra na análise, e o resultado ajuda a diferenciar o que é emocional do que é cognitivo.
Sim, isso acontece. Entenda mais em avaliação de altas habilidades.
A escola recebe o documento e avalia as adaptações possíveis, como mais tempo em provas ou mudança no formato de avaliação.
O número de sessões e o prazo de entrega do documento são definidos após a entrevista inicial, conforme a sua demanda.
Não é obrigatório. A família pode procurar a avaliação por conta própria.
Não. Basta dormir bem, fazer uma refeição leve e levar óculos, se usar.
Quando necessário, a Adriana orienta a terapia para adolescentes ou o encaminhamento a outros profissionais.
As informações sobre valores e formas de pagamento são passadas pelo WhatsApp, junto com os horários disponíveis.
A aprendizagem se cruza com atenção, ansiedade e capacidade intelectual. Para marcar uma conversa, acesse o contato para agendar a entrevista inicial.
Como a dificuldade de atenção aparece e como ela é investigada.
Ver os sinais de TDAHQuando o tédio e a irregularidade escondem uma capacidade acima da média.
Ver as altas habilidadesAcompanhamento psicológico com sigilo e participação da família.
Ver a terapia para adolescentesConte o que você tem observado. A AG Psicologia responde com os próximos passos e combina a entrevista inicial com a família.