A crise de pânico
Uma crise de pânico é uma onda súbita de medo intenso que atinge o pico em poucos minutos, com sintomas no corpo, como coração acelerado, falta de ar, tremores e tontura. Ter uma crise isolada não significa ter o transtorno.
O tratamento da síndrome do pânico em São Carlos com a psicóloga Adriana Gomes usa a Terapia Cognitivo-Comportamental para ajudar você a entender o que acontece no corpo durante uma crise, perder o medo das sensações e voltar aos lugares que passou a evitar. O atendimento é presencial no Jardim Paraíso ou online.
A síndrome do pânico, que a medicina chama de transtorno de pânico, é um quadro em que as crises de medo intenso surgem de forma inesperada e se repetem, deixando a pessoa com receio constante de uma nova crise.
Uma crise de pânico é uma onda súbita de medo intenso que atinge o pico em poucos minutos, com sintomas no corpo, como coração acelerado, falta de ar, tremores e tontura. Ter uma crise isolada não significa ter o transtorno.
O diagnóstico considera crises inesperadas que se repetem e o medo persistente de uma nova crise ou a mudança de comportamento por causa dela, por exemplo evitar sair sozinha. Esse diagnóstico é clínico, feito por profissional de saúde, e a psiquiatria acompanha os casos que pedem medicação.
O pânico é um dos transtornos de ansiedade, mas a ansiedade comum é gradual e o pânico é abrupto. Entenda como a ansiedade no dia a dia se diferencia das crises.
Uma crise de pânico costuma combinar sintomas físicos fortes e pensamentos de perigo, com início repentino. Estes são os sinais mais relatados por quem busca tratamento.
Palpitação e aperto no peito que fazem a pessoa pensar em infarto.
Sensação de sufocamento, respiração curta e vontade de sair do lugar.
Mãos geladas, tremor, suor e sensação de que vai desmaiar.
O ambiente parece distante ou estranho, como se a pessoa estivesse fora do corpo.
Pensamentos de que vai enlouquecer, passar mal em público ou morrer.
Evitar elevadores, trânsito, mercados ou ficar só, para não ter outra crise.
Na dúvida entre uma crise de pânico e um problema cardíaco, procure atendimento médico. A primeira crise deve sempre ser avaliada por um médico antes de qualquer conclusão.
| Situação | O que fazer |
|---|---|
| Primeira crise da vida | Procurar avaliação médica para descartar causas físicas. |
| Dor forte no peito que se espalha para o braço ou a mandíbula, suor frio intenso ou desmaio | Ligar para o SAMU, no 192, ou ir ao pronto-socorro. |
| Crise parecida com outras que um médico já avaliou | Usar as técnicas combinadas com a psicóloga e avisar a Adriana na sessão seguinte. |
| Pensamentos de morte ou de se machucar | Ligar para o CVV, no 188, 24 horas, ou procurar o pronto-socorro. |
Esta tabela orienta a segurança e não faz diagnóstico. O atendimento psicológico não é um serviço de urgência.
O tratamento começa com a escuta das crises, passa por entender o ciclo do pânico e segue com exercícios graduais para você perder o medo das sensações do corpo.
Você conta quando as crises começaram e escolhe presencial ou online.
Uma troca de mensagens
A Adriana reconstrói as últimas crises: onde aconteceram, o que você sentiu e o que pensou.
Cerca de 50 minutos
Vocês desenham o ciclo do pânico e montam um plano para antes, durante e depois de uma crise.
Nas primeiras sessões
Você enfrenta, em passos pequenos, as sensações e os lugares evitados, e o plano é revisto.
Ao longo do processo
Este guia explica o ciclo que mantém as crises, o que a TCC faz para interrompê-lo, como montar um plano de crise e como a família pode ajudar sem aumentar o medo.
O pânico se mantém porque o medo das sensações do corpo gera mais sensações, que reforçam o medo.
Um coração mais acelerado depois do café, do esforço ou do estresse é percebido como sinal de perigo.
A mente conclui “algo grave está acontecendo”, e o corpo reage com mais adrenalina.
Para não sentir de novo, a pessoa evita lugares e situações, e o mundo vai encolhendo.
As técnicas da TCC atuam nos três movimentos do ciclo: entender, rever a interpretação e voltar a enfrentar o que se evita.
Entender o que acontece no corpo durante a crise tira boa parte do mistério e do susto.
Testar a ideia de perigo com fatos e construir interpretações mais próximas da realidade.
Reproduzir, com segurança e acompanhamento, sensações e situações temidas até o medo diminuir.
Um plano de crise escrito ajuda a agir sem precisar decidir no meio do susto.
Anote em um cartão o que você vai lembrar durante a crise, como “vai passar” e “já passei por isso”.
Respirar devagar, nomear o que está vendo ao redor e deixar a onda passar, sem lutar contra ela.
Anotar onde estava, o que pensou e o que ajudou, para levar à sessão.
Quem convive com alguém que tem crises ajuda mais ficando calmo do que tentando resolver a crise.
Falar devagar, ficar por perto e lembrar que a crise passa, sem insistir para a pessoa “se acalmar”.
Fazer tudo pela pessoa reforça a evitação. Acompanhar os passos graduais combinados na terapia ajuda mais.
Perguntar como ajudar da próxima vez, em vez de supor o que a pessoa precisa.
O tratamento acontece no consultório do Jardim Paraíso, em São Carlos, ou por vídeo. Para quem tem medo de sair de casa, começar pelo online pode ser um primeiro passo.
Um ambiente reservado e tranquilo, no mesmo ritmo que você precisar nas primeiras sessões.
Ver como chegar ao consultórioO acompanhamento online mantém a mesma estrutura e permite fazer a sessão de casa quando a saída ainda assusta.
Ver como funcionam as sessões onlineAs dúvidas mais comuns sobre síndrome do pânico envolvem a diferença para a ansiedade, o risco da crise, o uso de remédio, o tempo de tratamento e o que fazer no momento da crise.
Mandar minha pergunta pelo WhatsAppA crise de pânico é abrupta, atinge o pico em poucos minutos e traz sintomas físicos intensos. A ansiedade é mais gradual e costuma vir com preocupação prolongada.
Uma crise é assustadora, mas ela em si não costuma causar dano ao corpo. Como os sintomas lembram problemas cardíacos, a primeira crise deve ser avaliada por um médico.
Muitas pessoas reduzem a frequência das crises e o medo delas com tratamento adequado, mas não é possível prometer prazo nem resultado. O ritmo depende de cada pessoa.
Nem sempre. Muitos casos são acompanhados só com psicoterapia. Quando o psiquiatra indica medicação, os dois tratamentos caminham juntos, e a Adriana orienta o encaminhamento.
A Terapia Cognitivo-Comportamental é uma das abordagens mais estudadas para o transtorno de pânico. Veja as técnicas da TCC com mais detalhes.
Não existe prazo fixo. O tempo depende da frequência das crises, de há quanto tempo elas existem e do objetivo definido com você.
Procure um lugar seguro, respire devagar e lembre que a crise passa. Se houver dor forte no peito, desmaio ou pensamentos de morte, ligue para o SAMU (192) ou para o CVV (188).
Sim, os dois quadros podem aparecer juntos. Se a tristeza e o desânimo também pesam, veja a página sobre depressão.
Sim, e para quem tem medo de sair de casa, o online costuma ser um bom ponto de partida.
As informações sobre valores e formas de pagamento são passadas pelo WhatsApp, junto com os horários disponíveis.
O pânico costuma aparecer junto com outras demandas emocionais. Para ver todas elas, acesse a página de saúde emocional.
A preocupação constante e o corpo em alerta, que muitas vezes antecedem as crises.
Entender a ansiedade no dia a diaQuando o medo das crises vem junto com tristeza e perda de energia.
Ver a terapia para depressãoAs técnicas usadas para quebrar o ciclo do pânico, explicadas sem jargão.
Conhecer as técnicas da TCCConte como as crises acontecem. A AG Psicologia responde com os horários e combina a primeira sessão no formato que for mais confortável. Para ver os canais de atendimento, acesse o contato para conversar com a psicóloga.