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Síndrome do pânico · Adriana Gomes, CRP 06/48544

Tratamento da síndrome do pânico em São Carlos com TCC

O tratamento da síndrome do pânico em São Carlos com a psicóloga Adriana Gomes usa a Terapia Cognitivo-Comportamental para ajudar você a entender o que acontece no corpo durante uma crise, perder o medo das sensações e voltar aos lugares que passou a evitar. O atendimento é presencial no Jardim Paraíso ou online.

  • Especialista em Transtornos de Ansiedade pela USP
  • Terapia Cognitivo-Comportamental
  • Presencial em São Carlos e online
Entenda

O que é síndrome do pânico e como ela se diferencia de uma crise isolada

A síndrome do pânico, que a medicina chama de transtorno de pânico, é um quadro em que as crises de medo intenso surgem de forma inesperada e se repetem, deixando a pessoa com receio constante de uma nova crise.

A crise de pânico

Uma crise de pânico é uma onda súbita de medo intenso que atinge o pico em poucos minutos, com sintomas no corpo, como coração acelerado, falta de ar, tremores e tontura. Ter uma crise isolada não significa ter o transtorno.

O transtorno de pânico

O diagnóstico considera crises inesperadas que se repetem e o medo persistente de uma nova crise ou a mudança de comportamento por causa dela, por exemplo evitar sair sozinha. Esse diagnóstico é clínico, feito por profissional de saúde, e a psiquiatria acompanha os casos que pedem medicação.

A relação com a ansiedade

O pânico é um dos transtornos de ansiedade, mas a ansiedade comum é gradual e o pânico é abrupto. Entenda como a ansiedade no dia a dia se diferencia das crises.

Sinais

Como a crise de pânico costuma aparecer

Uma crise de pânico costuma combinar sintomas físicos fortes e pensamentos de perigo, com início repentino. Estes são os sinais mais relatados por quem busca tratamento.

Coração disparado

Palpitação e aperto no peito que fazem a pessoa pensar em infarto.

Falta de ar

Sensação de sufocamento, respiração curta e vontade de sair do lugar.

Tontura e tremores

Mãos geladas, tremor, suor e sensação de que vai desmaiar.

Sensação de irrealidade

O ambiente parece distante ou estranho, como se a pessoa estivesse fora do corpo.

Medo de perder o controle

Pensamentos de que vai enlouquecer, passar mal em público ou morrer.

Medo da próxima crise

Evitar elevadores, trânsito, mercados ou ficar só, para não ter outra crise.

Segurança

Crise de pânico ou problema no coração: quando procurar atendimento médico

Na dúvida entre uma crise de pânico e um problema cardíaco, procure atendimento médico. A primeira crise deve sempre ser avaliada por um médico antes de qualquer conclusão.

Situações e o que fazer
SituaçãoO que fazer
Primeira crise da vidaProcurar avaliação médica para descartar causas físicas.
Dor forte no peito que se espalha para o braço ou a mandíbula, suor frio intenso ou desmaioLigar para o SAMU, no 192, ou ir ao pronto-socorro.
Crise parecida com outras que um médico já avaliouUsar as técnicas combinadas com a psicóloga e avisar a Adriana na sessão seguinte.
Pensamentos de morte ou de se machucarLigar para o CVV, no 188, 24 horas, ou procurar o pronto-socorro.

Esta tabela orienta a segurança e não faz diagnóstico. O atendimento psicológico não é um serviço de urgência.

Passo a passo

Como funciona o tratamento da síndrome do pânico com a Adriana

O tratamento começa com a escuta das crises, passa por entender o ciclo do pânico e segue com exercícios graduais para você perder o medo das sensações do corpo.

  1. 1

    Conversa pelo WhatsApp

    Você conta quando as crises começaram e escolhe presencial ou online.

    Uma troca de mensagens

  2. 2

    Primeira sessão

    A Adriana reconstrói as últimas crises: onde aconteceram, o que você sentiu e o que pensou.

    Cerca de 50 minutos

  3. 3

    Ciclo e plano de crise

    Vocês desenham o ciclo do pânico e montam um plano para antes, durante e depois de uma crise.

    Nas primeiras sessões

  4. 4

    Exposição gradual e revisão

    Você enfrenta, em passos pequenos, as sensações e os lugares evitados, e o plano é revisto.

    Ao longo do processo

Guia prático

Guia prático sobre síndrome do pânico

Este guia explica o ciclo que mantém as crises, o que a TCC faz para interrompê-lo, como montar um plano de crise e como a família pode ajudar sem aumentar o medo.

O ciclo do pânico em três movimentos

O pânico se mantém porque o medo das sensações do corpo gera mais sensações, que reforçam o medo.

1. Sensação no corpo

Um coração mais acelerado depois do café, do esforço ou do estresse é percebido como sinal de perigo.

2. Interpretação de perigo

A mente conclui “algo grave está acontecendo”, e o corpo reage com mais adrenalina.

3. Medo e evitação

Para não sentir de novo, a pessoa evita lugares e situações, e o mundo vai encolhendo.

O que a TCC faz para interromper o ciclo

As técnicas da TCC atuam nos três movimentos do ciclo: entender, rever a interpretação e voltar a enfrentar o que se evita.

Psicoeducação

Entender o que acontece no corpo durante a crise tira boa parte do mistério e do susto.

Revisão de pensamentos

Testar a ideia de perigo com fatos e construir interpretações mais próximas da realidade.

Exposição gradual

Reproduzir, com segurança e acompanhamento, sensações e situações temidas até o medo diminuir.

Plano de crise em três etapas

Um plano de crise escrito ajuda a agir sem precisar decidir no meio do susto.

Antes: lembretes

Anote em um cartão o que você vai lembrar durante a crise, como “vai passar” e “já passei por isso”.

Durante: respiração e atenção

Respirar devagar, nomear o que está vendo ao redor e deixar a onda passar, sem lutar contra ela.

Depois: registro

Anotar onde estava, o que pensou e o que ajudou, para levar à sessão.

Como a família pode ajudar

Quem convive com alguém que tem crises ajuda mais ficando calmo do que tentando resolver a crise.

Durante a crise

Falar devagar, ficar por perto e lembrar que a crise passa, sem insistir para a pessoa “se acalmar”.

Sem superproteção

Fazer tudo pela pessoa reforça a evitação. Acompanhar os passos graduais combinados na terapia ajuda mais.

Depois da crise

Perguntar como ajudar da próxima vez, em vez de supor o que a pessoa precisa.

Erros comuns de quem tem crises de pânico

  • Evitar todos os lugares onde a crise aconteceu. A evitação alivia na hora e aumenta o medo depois.
  • Lutar contra a crise. Tentar parar a onda costuma aumentá-la; aceitar que ela vai e vem ajuda a reduzi-la.
  • Ler toda sensação do corpo como perigo. Coração acelerado depois de uma subida de escada não é crise.
  • Interromper o remédio por conta própria. Qualquer mudança na medicação deve ser feita com o médico que a prescreveu.

Tratamento da síndrome do pânico presencial e online

O tratamento acontece no consultório do Jardim Paraíso, em São Carlos, ou por vídeo. Para quem tem medo de sair de casa, começar pelo online pode ser um primeiro passo.

Dúvidas

Perguntas frequentes sobre síndrome do pânico

As dúvidas mais comuns sobre síndrome do pânico envolvem a diferença para a ansiedade, o risco da crise, o uso de remédio, o tempo de tratamento e o que fazer no momento da crise.

Mandar minha pergunta pelo WhatsApp
Qual a diferença entre crise de pânico e crise de ansiedade?

A crise de pânico é abrupta, atinge o pico em poucos minutos e traz sintomas físicos intensos. A ansiedade é mais gradual e costuma vir com preocupação prolongada.

Uma crise de pânico faz mal ao coração?

Uma crise é assustadora, mas ela em si não costuma causar dano ao corpo. Como os sintomas lembram problemas cardíacos, a primeira crise deve ser avaliada por um médico.

A síndrome do pânico passa?

Muitas pessoas reduzem a frequência das crises e o medo delas com tratamento adequado, mas não é possível prometer prazo nem resultado. O ritmo depende de cada pessoa.

Preciso tomar remédio para síndrome do pânico?

Nem sempre. Muitos casos são acompanhados só com psicoterapia. Quando o psiquiatra indica medicação, os dois tratamentos caminham juntos, e a Adriana orienta o encaminhamento.

A TCC funciona para pânico?

A Terapia Cognitivo-Comportamental é uma das abordagens mais estudadas para o transtorno de pânico. Veja as técnicas da TCC com mais detalhes.

Quanto tempo dura o tratamento?

Não existe prazo fixo. O tempo depende da frequência das crises, de há quanto tempo elas existem e do objetivo definido com você.

O que faço durante uma crise?

Procure um lugar seguro, respire devagar e lembre que a crise passa. Se houver dor forte no peito, desmaio ou pensamentos de morte, ligue para o SAMU (192) ou para o CVV (188).

Pânico pode vir junto com depressão?

Sim, os dois quadros podem aparecer juntos. Se a tristeza e o desânimo também pesam, veja a página sobre depressão.

Posso fazer o tratamento online?

Sim, e para quem tem medo de sair de casa, o online costuma ser um bom ponto de partida.

Quanto custa a sessão?

As informações sobre valores e formas de pagamento são passadas pelo WhatsApp, junto com os horários disponíveis.

Demandas relacionadas

Outras páginas que ajudam a entender as crises

O pânico costuma aparecer junto com outras demandas emocionais. Para ver todas elas, acesse a página de saúde emocional.

Você não precisa esperar a próxima crise para pedir ajuda

Conte como as crises acontecem. A AG Psicologia responde com os horários e combina a primeira sessão no formato que for mais confortável. Para ver os canais de atendimento, acesse o contato para conversar com a psicóloga.

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